quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Boatos e correntes maliciosos.

Circulam pela Internet centenas de BOATOS, CORRENTES, ABAIXO ASSINADOS e PETIÇÕES, espalhados como iscas por hackers e administradores de páginas maliciosas, cujos únicos propósitos são a captura de dados pessoais e de endereços de e-mail de internautas e, sobretudo, vincular compulsoriamente os perfis de usuários de redes sociais como assinantes.

Além das falsas campanhas, eles ainda costumam atrair as pessoas com boatos contendo temas de forte apelo, como crianças doentes ou desaparecidas, remédio e alimentos que produzem curas milagrosas ou, ainda, alegando que o Facebook vai doar dinheiro se você curtir ou compartilhar, etc, etc...

Tudo isso, sem exceção, é falso, não produz nenhum efeito prático e é ilegal. Especialmente quando se trata das pseudo campanhas, abaixo assinados e petições, pois não cumprem os requisitos mínimos da Lei que regulamenta a matéria (Lei 9.709/98), segundo a qual, o "assinante" deve acostar o número do Título de Eleitor e de identificação.

Porém, é importante alertar que isso não é uma simples brincadeira!
Essas matérias, conhecidas como hoax, Marketing Viral, pulha eletrônica, embuste, pegadinha viral, etc, quase sempre são promovidas por grandes multinacionais criadas e mantidas por hackers (veja a lista de algumas abaixo) que usam a boa fé das pessoas para faturarem milhões.

Como eles agem?

Fazendo uso dos endereços de e-mail capturados através dessas falsas correntes e campanhas, uma vez que o endereço de e-mail é usado como login (chave de acesso) em vários sites, inclusive de compras, eles conseguem obter até mesmo os dados de cartão de crédito. Na melhor das hipóteses, vendem os milhões de endereços de e-mail capturados para spammers do mundo inteiro, que depois os utilizam para espalharem outros virais.

Nas redes sociais, eles fazem uso dessa artimanha da seguinte forma:
O simples ato de curtir ou compartilhar essas matérias permite que eles vinculem o seu perfil compulsoriamente como assinante da página (um aplicativo faz isso automaticamente). Assim, eles colecionam e contabilizam milhares e até milhões de perfis como se fossem fãs da página, forjando uma pseudo reputação respaldada nessa falsa popularidade.

Então, ostentando esses milhares ou milhões de curtidas (likes) ou compartilhamentos (share), utilizam essa condição para se auto promoverem e angariar milhões de dólares de ONG's e patrocinadores ingênuos.

Além, disso, muitas dessas organizações, constituídas como ONG´s, fazem uso dessa falsa popularidade para respaldar contratos de repasse milionários com governos e instituições públicas. Um bom exemplo dessas atividades suspeitas é o caso da Avaaz.com, cujo principal executivo no Brasil, Pedro Abramovay, é ligado ao PT há décadas, foi assessor de Marta Suplicy por vários anos e tem trânsito livre no Palácio do Planalto. Esta organização vem sendo agraciada, pelo menos desde 1987 com as benesses desse partido com polpudas somas em subsídios financeiros para promover passeatas do MST, CUT, dentre outros movimentos. A Avaz.com, juntamente com AnonymousBrasil, foram as instituições contratadas para organizar e, em seguida, desarticular a ruidosa e inócua campanha do passe livre de 2013 que, no final, revelou ser uma mera jogada de marketing do governo, que se apropriou dos resultados do movimento, sem que o mesmo tivesse produzido qualquer efeito prático.

Foi justamente a Avaaz.com que patrocinou a frustrada coleta de 1.600.000 assinaturas da campanha "Fora Renan", cujo resultado prático não deu em nada, pois o suposta abaixo assinado era ilegal, conforme mostrado acima.

Vejam a relação de algumas dessas organizações:

AVAAZ,
Causes.com,
Change.org,
Se Me Odeia Deita na BR,
Coração Apaixonado;
Quem tá Vivo Curte,
Quero Amor para a vida toda,
Véi na Boa,
CitzenGo,
AnonymousBrasil,
Petição Pública Brasil,
Movimento Gota Dágua,
Petição 24 e muitas outras...

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