segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Crânios Alongados.

Esqueletos de crânios alongados vêm sendo encontrados pelo mundo ao longo de séculos. Há casos no Peru, na Bolívia, na China, na Índia e África, inclusive no Egito, onde um dos mais famosos é o próprio Faraó Akhenaton.
Além de ter o crânio alongado, como todos os demais casos, a história de Akhenaton registra, curiosamente, que ele teria descido dos céus em uma carruagem que soltava fogo, com a missão de governar o Egito!
Estudos indicam que esses seres andaram pelo planeta justamente numa época em que maioria das construções megalíticas misteriosas apareceram, incluindo as grande pirâmides.
Entretanto, o assunto não tem despertado muito interesse da opinião pública porque, assim como todo mistério não explicado pela ciência ou não dominado pelos governos, as informações vêm são manipuladas, especialmente por parte da arqueologia ortodoxa, segundo a qual essas cabeças alongadas seriam resultado de intervenções cirúrgicas ou deformações forçadas, realizadas por pajés e curandeiros tribais da época. Às vezes alegam que faziam isso para curar doenças, outras vezes dizem ser por razões estéticas e ritualísticas ou, ainda, como forma de ascensão na escala social da tribo.
Porém, conforme veremos, essa tese é ridícula! Sobretudo porque alguns desses crânios datam de 17.000 anos, portanto antes mesmo dos primórdios da idade da pedra. Ora, como eles poderia realizar cirurgias tão complexas usando pedaços de pedras toscos, se nem mesmos os médicos atuais usando raio LASER e tantas outras tecnologias conseguem fazer?
Desta forma, por meio da manipulação tendenciosa dessas informações, a fim de defender suas teorias, ainda que absurdas, conseguem desqualificar tais fenômenos perante a opinião pública, fazendo com que o assunto torne-se banal e não desperte interesse.
Porém, os únicos fatos concretos usados por esses arqueólogos para sustentar suas teorias, são muito polêmicos e controversos. Vejam.


  1. Trepanação: cirurgias cranianas que consistiam em meras perfurações realizadas com pedras cortantes e pedaços de madeira, quais quais poderiam, de fato, provocar algum crescimento da caixa craniana devido a inflamações, geralmente seguidas de morte. Mas não produziam alongamentos simétricos, como se verifica nesses casos misteriosos.
  2. Lipomo: pratica ancestral de algumas tribos africanas que consista em amarrar da cabeça da criança recém nascida, mantendo-a sob forte pressão durante o crescimento. Porém, em quase todos os casos essas vítimas faleciam ainda bebês ou tornavam-se adultos inválidos. Em alguns casos que, por algum motivo, o processo falhava, a vítima sobrevivia. Porém, o formato final do crânio não se parecia com a configuração supostamente "não humana". Nesses casos, para compensar a deformação insatisfatória, eles faziam alegorias com cabelo humano que eram fixados no couro cabeludo, conforme se verifica na imagem.

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